Felipe (Fil) visita o túmulo do Rev em Huntington Beach, Califórnia

O baterista Felipe (Fil) ex Gloria e agora residente em Los Angeles, postou uma foto em seu perfil do twitter do túmulo do Rev. Ele fã de Avenged Sevenfold, disse que se emocionou ao visitar o túmulo.

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O Deathbat Brasil conversou com Fil, confira abaixo:

Deathbat: Como você conheceu a banda? Qual CD?
Fil: Conheci no DVD da Warped Tour de 2003 eu acho, cada banda que participou do festival aquele ano, tocou uma música, e eu vi eles lá, me chamou atenção.

Deathbat: Qual música te deu aquele “estalo”, que você começou a curtir A7X?
Fil: A mesma desse DVD da Warped (Second Heartbeat)

Deathbat: Como o Rev e a banda influenciaram você? (Parte técnica, jeito de tocar)
Fil: Como eu disse em um texto que eu escrevi no meu blog, o The Rev não chegou a me influenciar diretamente porque quando comecei a tocar, eles não tinham aparecido ainda, mais passou a ser uma influência depois, até porque ouvi e ouço muito Avenged, sempre me impressionou a facilidade que ele (Rev) tinha de tocar, e é engraçado porque a banda toda me chama atenção, não consigo ouvir Avenged sem fingir que toco guitarra, ou que canto (risos).

Deathbat: Como foi para você, fã da banda, conhecer os caras pessolmente?
Fil: Adorei, lembro que quando cheguei no SWU os roadies estavam tirando tudo dos cases, e eu fiquei assistindo, tirando foto, até o roadie eu conhecia por ter visto no DVD, e achei legal de ver pessoalmente (risos), estrutura grande, assisti o show de cara no palco com o Synyster Gates toda hora olhando e fazendo uma brincadeira, depois fui para o camarim, consegui conhecer eles, foram super gente fina.

Deathbat: Quando você os conheceu no SWU você teve oportunidade de conversar com eles? (Parte tecnica, pessoal, sobre as músicas e etc.)
Fil: Não tive, como era um festival com muita banda grande, muitas equipes, muitos seguranças etc, era quase impossível ficar conversando, era tudo muito rápido.

Deathbat: O que você achou do Portnoy tocando com o A7X?
Fil: Achei foda, um puta batera e o Rev adorava ele, então não teve homenagem maior, e com certeza somou muito para o nome da banda também.

Deathbat: O Arin se encaixou na banda? Você acha que ele tem futuro na banda?
Fil: Assisti o show com ele aqui no Brasil e achei ótimo, não tenho o que reclamar, sempre que o assunto é música, aparece um monte de ótimos músicos de internet para criticar e comparar, coisa que não faz sentido, porque aconteceu o que aconteceu com a banda e ninguém podia prever, e sobre o Arin tocando, com certeza agora ele está melhor do que quando começou, não deve ser NADA fácil entrar em uma banda desse porte, com show direto e todos os olhos voltados pra você porque um batera faleceu e o outro era o Portnoy.

Deathbat: Você percebeu alguma diferença entre os fãs gringos aos fãs brasileiros? Quanto a popularidade da banda?
Fil: No Brasil tudo é mais forte, os fãs são mais loucos, aqui nos Estados Unidos eles tem acesso a tudo mais facil e mais vezes, estão de certa forma acostumados, mais nem por isso não demonstram, os shows aqui são pesados também.

Deathbat: Falando um pouco sobre você, quais bateristas te influenciaram?
Fil: Comecei a tocar porque ouvia o Iggor (Cavalera) na época do Sepultura, depois de muito tempo o Travis (Barker) do Blink 182 que marcou uma geração, hoje em dia existem vários que eu gosto e em todos os estilos musicais.

Deathbat: Você tem algum projeto em mente (banda, produção etc)?
Fil: Tenho um projeto de vida que é ser feliz, aproveitar e fazer o que eu quiser…a música nunca vai sair de mim. Mais eu tô muito mais focado em mim, do que ficar bitolado em querer arrumar uma banda pra tocar, to pensando em tudo e não só em banda.

Deathbat: Para finalizar, você gostaria de mandar algum recado para os fãs e leitores do Deathbat Brasil?
Fil: Agradecer a galera que me segue no twitter, que lê meu blog…que acompanha as aventuras aqui! A música une muitas pessoas e isso é o mais legal de tudo.

Links do Fil: Twitter | Blog

A equipe Deathbat Brasil agradece ao Fil por conceder esta entrevista ao nosso website.

Agradecimentos pela elaboração da entrevista: Waneska Candido, Mariane Garcia, Jessie Lage.

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